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sexta-feira, 9 de abril de 2021

A Energia dos Alimentos - Um guia para a alimentação intuitiva - Cap 19 - Estamos plenos em consciência quando praticamos atividades físicas?


A plenitude é o estado natural da alma, desprovido de todas as ligações que a restringe. Para se obter o estado de plenitude, deve-se trabalhar o desprendimento das emoções, das reações do ego. Essas reações podem ser compreendidas como vários comportamentos, e nem sempre serem associados ao ego, mas a verdade é que o ego sustenta toda e qualquer emoção.

Apenas a atividade física não promoverá o estado de plenitude, mas é um exercício de reprogramação mental que fará com que acostume com uma nova forma de viver, uma nova forma de sentir, e vá saboreando um lado novo da vida, onde as emoções não impedem de desfrutar o momento presente.

Para que se possa sentir, experimentar todos os benefícios de uma atividade física, deve-se trabalhar a compreensão e a aceitação de tudo o que ocorre em nossa vida. Nas primeiras tentativas, pode haver certa dificuldade em se soltar completamente esse entregar ao momento presente, permitindo que a mente seja povoada de pensamentos e preocupações sobre a rotina, sobre as atividades corriqueiras como o que fará após sair da academia, ou mesmo as contas para pagar no final do mês e assuntos de relacionamento no trabalho.

A mente pode ser invadida por pensamentos que, ao menor sinal de que tomem alguma proporção e espaço em seu momento de viver o aqui e agora, devem ser apenas aceitos, não recusados e tampouco esmiuçados para chegar a uma solução do problema. Mas sim devem apenas ser aceitos e pronto. Há aqueles que ensinam o meditador a esmiuçar o problema, permitir que a mente divague, vá a fundo, até que chegue sozinho à conclusão de que não houve nenhum beneficio em perder tanto tempo nesses pensamentos, e então acostume-se com essa ideia de que é realmente uma perda de tempo divagar em pensamentos. Mas enfim logo virão outros, e assim condicionamos a nossa mente a esmiuçar e divagar sobre um problema, quando o estado de paz e plenitude é alcançado apenas da compreensão e aceitação que o problema está ali, e pronto, então que seja deixado como está e que ele siga o caminho dele. Mas que não se vincule ao seu momento presente.

A busca por explicações é que faz a mente se aprofundar em pensamentos, é apenas o ego dentro de seu instinto de defesa. Pode parecer uma atitude inocente a de pensar e buscar a solução e explicação de algo, mas esse simples ato representa dentro de seu campo energético, que você simplesmente não aceita esse fato, e então procura entendê-lo. Isso mostra que ainda está preso na Matrix 3D de formas-pensamento e que controla grande parte da humanidade.

Apenas será possível desfrutar de um exercício para o corpo e alma, quando compreender e aceitar tudo como é, quando aprender a olhar para cada pensamento chegando e simplesmente agradecer, abençoar e deixar ir. Esse ato, juntamente com o exercício físico que requer sua atenção para o aqui e agora, fará com que vá criando nova programação em sua mente, e nessa programação você aprende a focar na atividade que está executando no momento e aceitar tudo o que vier para você com a sábia compreensão daquele que já deixou de lutar contra a Matrix.

Sabemos que tudo o que nos ativa o instinto de defesa, de sede de mudança, é parte do que não aceitamos. E assim ocorre com todos os atos em nossas vidas. Desde um simples recado do corpo que um dia pede por repouso, manifestando uma dor ou um desconforto, e então o problema imediatamente é resolvido com um analgésico para garantir que a rotina de atividades do dia não seja interrompida, até o alimento que nos atrai com seu aroma e então recusamos de saboreá-lo porque carregamos uma grande bagagem de preconceitos e crenças limitantes a respeito daquele alimento.

Então nos perguntamos como será possível vivermos em estado pleno de consciência durante alguma atividade em nossas vidas? Ainda que com a atividade física possamos por alguns momentos nos desvincular dessa luta contra o que não aceitamos a nível mental, essa soltura de pensamento se estende apenas por alguns minutos, e logo assume novamente um pensamento na mente que trabalhará mais uma vez a soltá-lo e aceitá-lo.

Enfim esse processo pode se tornar infinito, pois enquanto vivemos as experiências, milhares de situações virão de encontro ou contra o que achamos certo ou errado. Milhares também despertarão em nós diversos sentimentos como o de culpa, medo, raiva, ciúme ou inveja. Alguns despertarão sonhos, avareza, cobiça... e assim continua a interminável vivência de experiências e que podem ou não ser conectadas em nosso aqui e agora.

Quaisquer situações que são colocadas a nós durante o dia, podem ou não despertar as nossas emoções, mas necessitamos trabalhar apenas a aceitação. Independentemente de quais forem as situações, o desprendimento desse vicio em viver em sofrimento é obtido apenas quando aceitamos. As provas serão muitas, e a cada momento em nível mais avançado. Os exercícios físicos, as atividades de lazer, e mesmo a meditação, virão a complementar o tratamento de soltura desses comportamentos repetidos, pois nos mostrarão o benefício de viver apenas o aqui e agora, e o estado de consciência plena que pode ser alcançado nesses momentos.

Na medida que formos trabalhando a aceitação de tudo que é colocado a nós durante as nossas experiencias diárias, iremos mais e mais alcançar o estado de plenitude de consciência durante os momentos de lazer, esses momentos vão cada vez mais se tornando longos, até que toda a nossa vida possa ser o estado pleno de consciência ativa.

Mas para se alcançar esse estado, e para nos desvincularmos de quaisquer julgamentos ou opiniões a respeito de tudo o que ocorre em nossa volta, é necessário derrubar uma crença que temos carregado, de que quando discordamos de algo, quando não somos gratos, Deus castiga, ou mesmo o estado um pouco mais evoluído desse pensamento traduzido pelo mensageiro Jesus, que foi de que devemos amar a Deus e então diante dessa nova interpretação, devemos ser gratos por tudo o que ocorre em nossas vidas, pois são bênçãos Divinas. E então mesmo que inconscientemente nos culpamos apenas pelo sentir um desconforto diante de algo que é colocado diante de nós.

Se é colocado para nós um alimento o qual não sentimos vontade de comer, logo acionamos no inconsciente a lembrança dessa mensagem que nos faz sentir culpados por não querer esse alimento, e a auto cobrança de sermos gratos até pelo que não queremos.

Mas tudo isso foi mal compreendido. O que não ficou claro para nós é que apenas o que vem de Deus é sim uma bênção Divina. Mas o que vem da mente condicionada e direcionada pelo ego, são apenas criações mentais limitantes e que nos impedem de sentir e de receber a bênção divina. Essa é a verdade. Portanto, qualquer tipo de julgamento, busca por respostas e explicações a respeito do que é colocado diante de nossas vidas, é apenas um exemplo de nós questionando a nós mesmos. A nossa mente entra em conflito porque a própria mente foi que criou aquela necessidade, e então ela recusa. A mente em padrão coletivo nos traz a experiencia, e ela mesma recusa a experiencia e se culpa por recusar, e busca explicações por não querer aceitar. É a mente travando uma guerra contra ela mesma. E onde está Deus nessa salada toda? Onde está a bênção divina?

O alimento que existe, é uma bênção divina, o copo com água também, nós também. Tudo o que existe é belo e divino, sem exceção. Pois tudo faz parte de um belo sistema de vida e que sim é divino. Mas quem cria a informação de que tal alimento deve ser colocado em nosso prato em um momento especifico somos nós mesmos. E esse alimento pode vir trazido por uma necessidade do sistema energético a repor o que necessitamos, como pode vir a suprir uma falta emocional, e então tudo isso que atraímos, sendo ou não para nosso benefício, é apenas trabalho de nós mesmos para nós. O Divino está em tudo o que existe, e ele está no estado de plenitude que podemos alcançar quando nos desvinculamos desse jogo de interpretações.

Quando algo inesperado ocorre em nossas vidas para o bem, perguntamos porque, queremos explicações. Quando ocorre para o mal, fazemos os mesmos questionamentos. Afinal, tudo ocorre de forma perfeita a nos levar para o estado de plenitude. Mesmo que por meios inimagináveis, mas somos atraídos para a união, para a unificação com o Divino através de todas as nossas experiências. E o momento em que paramos para questionar e buscar entender o porquê de tais experiências, faz com que fechemos o canal de comunicação com o Divino, com que impeçamos a nós mesmos de entrar no estado de plenitude.

Plenitude de consciência é aceitação. Sem aceitação esse estado não é alcançado.

Se observarmos que após praticar exercícios físicos por vários dias, por meses ou anos, já começamos a alcançar o estado de paz e equilíbrio durante esses momentos, alcançamos o estado de vazio e de aceitação, ainda assim questionamos a nós mesmos mesmo que de forma inconsciente, mas observamos nosso estado de paz e custamos a acreditar que chegamos a tal ponto. Essa ainda é a mente trabalhando em sentido contrário a simples libertação do pensamento, pois está acostumada a viver em um padrão, a sentir, a ver os momentos de plenitude serem interrompidos por pensamentos, a permanecer sempre inquieta, mas esses são os momentos para simplesmente soltar, para reafirmar que não há necessidade de compreender, que simplesmente esse é o estado natural da vida e que não necessita de explicações do que é verdade, do que é real, do que é da natureza da alma.

O estado de aceitação da paz é alcançado quando se deixa de lutar contra a própria felicidade, quando se permite ser feliz e pronto. Quando se solta as armas e se entrega para o estado pleno de consciência que pode ser experimentado sim durante as atividades físicas, e que é apenas um exercício para nos aproximar e nos reafirmar que isso é possível, que esse estado de plenitude é possível de ser alcançado, e que faz parte de nossa natureza.

Trabalharemos então para estender esse estado para todas as nossas atividades, para as nossas vidas, e então não haverá necessidade de reservar um momento especifico para essa conexão, pois a nossa vida será a manifestação da plenitude em todos os momentos. Isso tudo parte da compreensão de que plenitude = aceitação.]


Michele Martini - 09 de abril de 2021.

Fonte: www.pazetransformacao.com.br

sexta-feira, 2 de abril de 2021

A Energia dos Alimentos - Um guia para a alimentação intuitiva - Cap 18 - Qual atividade é boa para mim?

 


Apenas fazendo o que querem, as pessoas têm a liberdade de viver a sua experiência.

Apenas fazendo o que querem, contra tudo e contra todos, contra as regras, as imposições da sociedade, as limitações, as obrigações, os horários, os padrões, apenas fazendo absolutamente o que querem e sem julgamento se isso é certo ou errado, desde o autojulgamento até o julgamento dos outros, mesmo o julgamento criado a partir de si mesmo, porque acredita que o que queria fazer é errado, apenas quando as pessoas se libertarem do julgamento e de fato fizerem o que querem, é que elas poderão seguir o seu propósito, o seu aprendizado verdadeiro.

Estamos todos em uma trilha de aprendizado, e muitas vezes permanecemos por muito tempo afastados desse objetivo, porque simplesmente não fazemos o que queremos.

Sejamos livres e libertos, para seguir o que nós sentimos que devemos fazer, apenas o que queremos, e então poderemos experimentar a dor do erro, do erro pela caminhada de sofrimento. Pois apenas dessa forma, sendo aceita e trilhada, é que poderá nos trazer a sabedoria da forma que deveria ser.

Permanecemos por anos e por vezes por uma vida toda, afastadas das experiências que viemos experimentar, por medo, por julgamento, porque julgamos serem erradas algumas das nossas atitudes, algumas das nossas vontades, por não serem aceitas pela sociedade, por nós, por tudo aquilo que vemos na televisão, ou que recebemos dos nossos pais, aceitamos apenas o que é aceito pelos outros, pelas regras, pela etiqueta social.

Então nos libertemos e vamos fazer apenas o que temos vontade. E apenas experimentando a vida dessa maneira, é que poderemos de fato evoluir e iniciar a nossa jornada, aquela que viemos viver como objetivo final da nossa vida. Seremos guiados sempre para o nosso propósito, para o objetivo da nossa encarnação, apenas quando vivermos aquilo que verdadeiramente temos vontade, sem julgamento, sem condenações.

Tememos errar, tememos cometer atos inaceitáveis, tememos a falta, tememos a perda, mas é por isso que nos afastamos das experiências as quais viemos experimentar. Afastamo-nos e, portanto, perdemos muitas vezes vidas e vidas nessa mesma busca. Então fechemos esse ciclo, de repetições, de medo, do julgamento, da angústia, e vamos nos libertar, vamos fazer apenas o que temos vontade, e nos jogarmos na experiência da vida, ver o que vem, se vier uma queda, se vier um sofrimento, então esse sofrimento é o que nos trará sabedoria e o conhecimento necessário para nos libertarmos da repetição de sofrimento em nossa vida.

Às vezes é necessário nos libertarmos, nos deixarmos seguir pelo caminho que julgamos ser errado, para que então possamos trazer o aprendizado que nos trará a felicidade plena em um momento muito próximo.

A atividade que é boa para você, para mim, para nós, é simplesmente aquela que conversa com o nosso coração, aquela que traz a nossa verdade, que expressa as nossas vontades.

Observando de maneira intensa essa leve experiência de entender o que é bom para você, perceba porque muitas vezes vai ao trabalho de terno e gravata quando o dia está tão quente e agradável para estar com roupas leves e frescas. Você realmente é obrigado a seguir o que a etiqueta social lhe impõe. A etiqueta social está o observando, cuidando dos seus passos? Ah sim, ela se manifesta através dos olhares, pensamentos e comentários daqueles que ainda são controlados por essa forma de pensamento. Mas enfim, ainda assim você se sujeita a ser controlado?

Se o seu médico lhe indica uma atividade física especifica da qual você não gosta, ainda assim você irá fazer? Se o seu marido ou esposa pratica uma atividade física, você obrigatoriamente necessita se ajustar à sua vontade para seguir o padrão, para agradar, para estar com aquela pessoa?

Lembre-se que você, nessa caminhada, busca pela autonomia em relação aos seus próprios sentimentos, a controlá-los, e assim a vida se torna bela, leve e divertida, quando deixa de ser moldado e guiado pelas emoções, mas está conectado em sua consciência apenas a observá-las, a entender como elas se processam, a direcioná-las para o vazio na medida que vão apresentando as falhas, as fraquezas.

Enfim, o que você come deve ser ditado pelas suas emoções? E o que você pratica como atividade física, ou mesmo o fato de querer ou não praticar uma atividade física, deve também ser ditado pelas suas emoções? Afinal, quem comanda a sua vida? É você ou as suas emoções?

O aprendizado em se auto observar, sem medo e sem julgamento, apenas olhar de um nível externo o que ocorre consigo mesmo, como as vontades são despertadas em sua mente e em seguida o direcionam para uma ação, fará com que você comece a compreender o que é um impulso do instinto animal, o que é uma manifestação de suas emoções, e o que é realmente recebido a nível de consciência, de alma, desprendida de padrões e regras.

Tudo o que você acredita ser como certo ou errado, é apenas uma manifestação do ego. Tudo que você acredita como regra, ou “tem que ser”, é apenas a mente criando padrões ou os repetindo como um vício. Somos viciados nesses padrões, eles movimentam todas as nossas ações. Salvo aqueles que se libertaram através do despertar de consciência.

A escolha da atividade física que é boa para mim ou para você, nasce no coração. Hoje pode ser bom meditar, amanhã pode ser bom jogar uma partida de futebol, e ontem pode ter sido uma delícia estar em uma pista de corrida em um parque. Afinal, porque deve haver apenas uma atividade física para cada pessoa? Ou algumas atividades físicas? O importante é caminhar em direção da ação com o coração a guiar o seu caminho, e não o medo ou o condicionamento mental.

Há sim aqueles que não farão absolutamente nenhum exercício físico, nem mesmo meditação, pois estão em estado depressivo e de desanimo diante da vida. Isso é ótimo! Esse desanimo e depressão é o chamado para despertar! É o desconforto com essa vida cheia de regras e imposições, e naturalmente haverá o desanimo em fazer qualquer coisa, mesmo comer, ou dormir, ou correr, ou trabalhar, dependendo de cada um. Mas haverá sim o momento do desanimo, da depressão, de quando se pensa em desistir da vida, dessa experiencia, para então começar de novo em uma nova oportunidade, ou mesmo aqueles que não compreendem o ciclo reencarnacional, buscam o suicídio como uma fuga dessa prisão mental e condicionamentos que toda uma sociedade vive.

Esse indivíduo desperta para o que é verdade, e a verdade à primeira vista é esmagadora, pois descortina diante do olhar o fato de que nada que acreditamos era real, nada preenche o coração em luz, nada trará a plenitude e felicidade, pois são apenas ações isoladas e que sustentam um padrão em massa de repetição de atos. Esse despertar é esmagador, pois destrói todas as crenças e esperanças. Pois as crenças e esperanças foram todas criadas pela mente com base no que se pensava ser a verdade da vida, mas que era uma ilusão.

Esse despertar acaba trazendo a sensação de que tudo está perdido, não se ajusta em nada, não se sente parte de nada, pois na realidade não somos parte de nada que acreditamos ser, não somos parte de um grupo de meditação, ou de um time de futebol, ou mesmo de uma turma de escola. Não somos parte de criações mentais que seguem padrões. Tudo o que foi verdade para nós deixa de ser, e nos sentimos perdidos, deslocados nesse mundo de experiencias.

Enfim, essa é a fase daquele indivíduo que não tem vontade de praticar nenhum exercício, ou mesmo de sair de casa, ou de ir para casa, é como alguém que acabou de nascer, mas está na fase adulta, não sabe mais nada sobre a vida. Tudo o que acreditava deixa de ser verdade, e precisa iniciar todo um novo processo de construção de informações a respeito de tudo. Esse é o estado de esvaziamento completo.

A busca é por se encaixar em algo, se sentir parte, e enfim nesse estado algumas pessoas acabam se deixando levar pela opinião de outras pessoas a respeito do que deveriam fazer, das atividades que deveriam executar na vida, para se encaixarem novamente em uma sociedade padronizada. Mas enfim esse indivíduo já não desperta o brilho no olhar diante de todas essas novas experiencias. A depressão continua presente.

Esse sentimento é amenizado apenas quando se aceita que o velho se foi, e se abandonam as tentativas de preencher-se novamente com mais um pouco do velho para se sentir parte de algo. E então, a partir dessa renúncia, deixa que o novo tome espaço de si, comece a despertar para a sua própria verdade, escute a sua consciência que sempre gritou aos ouvidos mostrando o caminho, soprando o que é bom para nós, para cada um, e nunca aceitamos ouvir.

Esse silenciar, a partir do esvaziamento completo, mostrará o que gostamos de fazer, começamos a conhecer um novo individuo: Nós!

Somos apresentados gradativamente a esse ser que sempre fez parte de nós e era mascarado pelas impressões de uma sociedade que impedia que ele se mostrasse. Começamos a sentir, a ouvir a nós mesmos, e então o exercício será fazer apenas o que gostamos de fazer. Apenas o que a nossa consciência direciona, as atividades que sintonizam com a nossa verdade no momento presente.

Começamos a descobrir tudo o que é bom para nós, desde uma atividade, até um trabalho, ou um relacionamento, tudo começa a se abrir e brilhar diante de nossos olhos, e iniciamos uma nova fase em nossas vidas em direção ao nosso propósito.


Michele Martini - 02 de abril de 2021.

Fonte: www.pazetransformacao.com.br