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domingo, 23 de outubro de 2022

O meu amor por Guruji - cap. 3


Jai Gurudev!

Acho que nem preciso comentar que os últimos anos, desde o inicio da pandemia, tem sido desafiadores para muitas pessoas. Todo o equilíbrio alcançado através de práticas diversas no âmbito da espiritualidade ou terapias, acabou sendo ameaçado.

Quem não manteve suas práticas acabou se desequilibrando. Também aqueles que mantiveram suas práticas, mas que por algum motivo não estava contribuindo para sua verdade interior e amor verdadeiro, caiu por terra.

E assim foram os anos da pandemia. Eu, grávida do primeiro filho, e em meio à pandemia. Parei com todos os trabalhos espirituais, atendimentos e práticas.

A vida me desafiou para que eu mantivesse meu equilíbrio intacto, e confesso que acabei sendo derrotada por um bom tempo.

Quando percebi o estrago, já estava apresentando sinais de crise de ansiedade e depressão. Foi a hora de jogar para o universo que eu necessitava de mudança.

O médico psiquiatra receitou remédio controlado que eu tomei por um dia e queria morrer, de tão mal que me fez. Jurei para mim que não me entregaria a esse tipo de tratamento.

Comecei a pesar o que na minha vida estaria contribuindo com o meu desequilíbrio, e percebi que era o meu trabalho.

Desde que eu tinha retornado ao trabalho, após a licença maternidade, encontrei um ambiente diferente do que era quando eu saí. Eu saí de licença no segundo mês de pandemia. As pessoas ainda estavam tentando entender o que acontecia. Mas quando eu voltei, todas estavam mais adaptadas à nova realidade, e a separação do joio e do trigo já tinha iniciado.

A grande maioria tinha se entregado ao espírito competitivo e instinto de sobrevivência, absorvendo por completo o medo imposto pelas mídias sociais. Poucos ficaram de fora dessa nuvem pesada energética. Os que ficaram de fora, acabaram mudando a rota da vida, saindo da empresa e procurando outros desafios. Ou a empresa mesmo já tinha dado conta de dispensar aqueles que já não vibravam na mesma sintonia de competição e egoísmo acirrados.

Eu me vi em um ambiente que não transparecia mais a verdade. As pessoas se moviam, falavam, decidiam, faziam absolutamente tudo, como robôs. Eu conseguia ver isso claramente. As atividades que eu executava passaram a não ter mais sentido para mim, pois não eram verdadeiras, não tinham um começo, meio e fim. Eram vazias, sem propósito, sem amor.

As pessoas não tinham mais o brilho nos olhos. Eram movidas pelo medo e pela competição. Junto à triste falsidade nas relações.

Antigos colegas que viviam sorrindo e trabalhando de forma amorosa com seus pares, tinham mudado a forma de atuar. Eu os via e enxergava uma sombra dentro de seus olhos, mesmo nas de reuniões online por vídeo.

Eu ouvia várias reclamações de colegas sobre crises de ansiedade, pânico, medo, etc. Muitos tinham começado tratamentos psiquiátricos ou acompanhamento terapêutico com psicólogos.

Eu procurei manter a minha verdade, continuar como sempre fui, nutrindo as relações em primeiro lugar, olhando amorosamente para o outro, ainda que o olhar de retorno que eu recebesse não fosse o mesmo. Mas obviamente que a minha estabilidade ali estava ameaçada. Eu já não fazia parte da grande massa daquele lugar, eu estava fora do sistema.

Comecei a perceber isso com muita facilidade porque foi nesse ano que me formei como Consteladora Sistêmica.

As minhas crises de ansiedade vieram apenas das tentativas em me moldar àquele novo sistema, que estava sugando as minhas energias e me deixando fraca e sem vida.

Eu me olhava no espelho e parecia estar vendo uma pessoa morta, só a pele, sem espírito. Era horrível.

Eu não praticava Atma Kriya Yoga porque não tinha tempo. A maternidade me trouxe outras prioridades e abri mão de muitas coisas para estar com meu filho no tempo que me sobrava antes e após o trabalho (inclusive madrugadas).

Quando completei um ano após de retornar de licença maternidade, fui desligada do emprego. O mesmo aconteceu com outras colegas que retornaram de licença anos antes. Uma delas entrou em crises de pânico ao retornar ao trabalho, mas conseguiu estabilidade de um ano e depois disso foi desligada. Outra foi desligada no mês seguinte após retornar de licença maternidade, também apresentando crises de pânico graves que eu presenciei pessoalmente pois foi antes da pandemia.

Isso infelizmente acontece em algumas empresas. E finalmente fui afastada desse local para me curar e ser feliz.

Fiquei alguns meses sem trabalhar, respirando, me curando, viajando, planejando... e acabei mudando para o interior de São Paulo para trabalhar no Vale da Paraíba.

Vejo esse período que passou como uma oportunidade de cura. Fiquei nessa empresa por 4 meses apenas. Mas a mudança me fez muito bem.

Saí de lá para trabalhar novamente em algo que amo de verdade, embalagens de cosméticos, e mais importante: em uma empresa que levanta a bandeira da Inclusão Social e tem isso na essência. Estou muito feliz. A vida deu voltas e voltas, e me trouxe algo melhor, muito melhor do que eu tinha antes.

Estamos aqui em Sorocaba desde então, como contei anteriormente.

Após o sonho com Guruji me inciando como devota, comecei a me sentir cada vez mais próxima Dele, já comecei a fazer orações a retomar as práticas de Atma Kriya Yoga gradativamente.

Mas o desequilíbrio emocional ainda conseguia me enlaçar por completo. Eu me vi diversas vezes com explosões de raiva e irritação devido a motivos diversos, coisas da rotina diária. Precisava muito de um equilíbrio na minha vida.

Foi quando em oração pedi ajuda a Guruji.

No dia seguinte tive um sonho: Uma swamini conversava com Kamadhenu Das em um local que parecia um refeitório do Ashram da Alemanha. Eu e Theo Muni também estávamos ali. Kamadhenu tratava com a swamini de suas curas pessoais, e eu estava interagindo com as pessoas do local com o Theo Muni no colo. Falávamos uma língua estranha.

Depois dessas interações, me vi em um local onde havia uma mesa e uma cadeira. Era um espaço ao ar livre com natureza em volta, com um jardim. Eu estava sentada na cadeira em frente a essa mesa. E na mesa não tinha nada.

Eu estava distraída com a paisagem, pensando na vida. Quando de repente apareceu um Sari dobrado em cima da mesa na minha frente. Eu olhei para o Sari e pensei de onde tinha vindo isso. Imediatamente olhei para o lado esquerdo e quem estava lá?

Amado Guruji!

Ele estava sentado em uma poltrona em um nível mais elevado do chão, como se fosse um palco. Parecia que ali haveria algum evento em breve e que ele falaria para todos do palco. E eu estava sentada já no local onde estariam todas as pessoas para ouvi-lo.

Acontece que quando olhei para ele, fiquei completamente estática e sem conseguir falar. O meu coração se aqueceu de tal forma que não existem palavras para explicar.

A única palavra que me vem em mente quando lembro dessa sensação é "ENCANTAMENTO".

Eu estava hipnotizada de amor. Meu coração estava vibrando, provavelmente o chacra cardíaco expandido até o universo de tão ativo. Agora mesmo, só de lembrar começo a chorar pois a saudade é imensa. É inexplicável o amor que sinto pelo Guruji.

Entendi perfeitamente o sentimento que Kamadhenu Das dizia que tinha por Guruji. Que o amor era maior do que tudo.

Guruji tentou puxar assunto comigo, perguntando como estava o meu dia, fazendo perguntas aleatórias. Ele falava português com sotaque, era difícil de entender. E eu só respondia que estava tudo bem. Não conseguia pensar em nada.

Após esse sonho passei o dia todo em altíssima vibração, sentindo a presença Dele comigo sempre.

Alguns devotos me explicaram que muitos chegam na frente de Guruji com uma lista de perguntas para fazer sobre a vida, mas quando o veem esquecem de tudo e nada mais faz sentido ser perguntado. Um dia Guruji explicou porquê isso acontece: "Ele é a resposta para todas as perguntas!"

Agora, estudando no curso de devotos, estudando o Bhagavad Gita e o Guru Gita, entendo que o Guru é a chance que temos de experimentar o Amor por Deus. Que ele é a representação de Deus.

Agora entendi verdadeiramente o que é Amar a Deus sobre todas as coisas. Na teoria parece fácil, mas na prática poucos tem essa oportunidade, de sentir esse amor verdadeiro. Que é possível de ser experimentado através do Guru.

Guruji me disse por intuição que eu deveria parar com absolutamente tudo o que fazia relacionado a práticas espirituais, leituras ou terapias. Pois Ele é Grande Demais, e com Ele em minha vida, não há espaço para mais nada disso. Além de que o tempo que tenho para me dedicar a praticar tudo que Ele me ensina, acaba nem sendo suficiente para completar todos os objetivos do dia.

Estou transformando a minha vida através da devoção.
Posso dizer hoje que as orações que faço, tudo, desde o incenso que acendo até o mantra que entoo, é com Amor Verdadeiro.

Sabemos dos desafios que o mundo nos trará nos próximos dias, meses e anos... e manter a nós mesmos em alta vibração será o maior desafio. Apenas com Guruji e o que Ele me ensina, estou conseguindo alcançar isso, depois de muitos anos buscando.

Hoje consegui incorporar em minha vida apenas algumas práticas da rotina de um devoto iniciado, e meu objetivo é me dedicar mais e mais, para vivenciar por completo esse Amor.

Por muitos anos critiquei algumas pessoas que se entregavam a gurus e líderes espirituais. Agora entendo a diferença. Gurus não são Mestres Ascensionados, a não ser que sejam Sat Gurus. E esse sim, o Sat Guru, é algo muitíssimo raro de se encontrar.

Entregar-se a alguém humano, ao meu ver, é um caminho que não leva à libertação do Karma e à realização espiritual. Mas entregar-se em devoção a um Sat Guru, sim é a oportunidade que temos em vida de experimentar o verdadeiro Amor.

Gratidão Guruji!

Michele Martini - outubro de 2022.

sexta-feira, 21 de outubro de 2022

O meu amor por Guruji - cap. 2


Jai Gurudev!

Após iniciado formalmente como devoto, Kamadhenu Das começou a se entregar mais e mais a Guruji, realizando as práticas e orações, e eu presenciando tudo isso na nossa própria casa... mas ainda assim não me passava pela cabeça me entregar a Guruji dessa forma.

Foi nessa fase que Kamadhenu Das começou a dizer que o amor por Guruji é maior que tudo, e eu não compreendia.

Estávamos bem estabelecidos em Lorena, ajustamos nossa rotina e tudo fluía bem. Estávamos começando a pensar numa escola para o Theo Muni. Mas no meu coração ainda havia algum desconforto. Eu sabia que estávamos em Lorena só de passagem. E o meu marido também sentia isso.

Acompanhávamos os movimentos da Bhaktimarga e do Ashram que estava sendo construído em Itu. Pensávamos em planos para o futuro para morar no Ashram. Visitamos várias vezes o Ashram Nova Gokula de Pindamonhangaba e fomos nos acostumando ao que é um pouco dessa vida devocional. Mas sabíamos que ali também não era o nosso lugar.

Começamos a fazer Om Chanting em casa e a tentar colocar em meios mais racionais esse sentimento de inquietude em estar em Lorena. O trabalho 100% presencial me incomodava pela impossibilidade de flexibilidade. Nos sentíamos presos ali, sem poder de ir e vir. Precisávamos mudar.

Então Kamadhenu Das comentou que haviam rumores da formação de uma Ecovila em Itu, próxima ou anexa ao Ashram, e vimos isso como um sonho se aproximando da realidade. Mas como não havia nada pronto e concreto, não sabíamos qual movimento fazer.

Então fizemos um exercício: Silenciamos, e fizemos uma afirmação, juntos, manifestando nossa vontade à Guruji, sabendo que ele é onipresente, de que nosso desejo era nos aproximarmos dos devotos e do Ashram, para que no futuro possamos viver essa vida mais devocional.

Fomos surpreendidos com uma mudança rápida do Ashram, que fechou, para um templo que abriu em Sorocaba: A Casa de Narasimha da Bhaktimarga.

Recebi uma proposta de trabalho em São Paulo Capital, que seria híbrido e me permitiria morar em Sorocaba.

Foi quando comecei a perceber os movimentos que Guruji estava fazendo para manifestar nosso desejo.

Eu sabia novamente, que esse emprego daria certo, e que acharíamos uma casa em Sorocaba rapidamente.

E foi o que aconteceu.

Estamos aqui, em Sorocaba, participando ativamente das atividades do Templo. Fizemos vários amigos. Estamos morando muito perto da natureza, ao lado de uma floresta com animais, energias da natureza, paz e silêncio. Tudo está se realizando.

Nossa vida está aos poucos se ajustando. O Theo Muni começou numa escolinha, que foi escolhida por Krishna, e eu tive o grande encontro com meu lado devocional a Guruji.

A primeira vez que entrei no Templo de Narasimha, não tinha grandes expectativas. Como eu já havia afirmado, sempre fui muito resistente a me entregar a algo. Estava fazendo esses movimentos de mudança para lá e para cá, muito motivada pela entrega a Deus, e não a Guruji, e porque eu tinha chegado à conclusão que não tinha controle sobre nada, e desisti de tentar controlar para parar de sofrer na vida.

Mas a primeira vez que entrei no templo, ao me colocar em frente à foto de Guruji, mesmo sem a presença física dele ali, estava o quadro dele e toda a energia dele fortíssima naquele local.

Eu posso afirmar com toda segurança que saí do corpo imediatamente. Através do meu terceiro olho pude ver meu espírito se jogando aos pés de Guruji ali na minha frente. Eu mesma, me joguei no chão (em espírito), totalmente deitada no chão, me rendendo completamente ao Guru. Eu colocava ali todos os meus medos, minha luta, meu cansaço de sofrer e lutar sozinha na vida. Era como se finalmente eu tivesse encontrado uma forma de me entregar a Deus, através do meu Guru, o que tiraria todo o meu sofrimento.

Mas..... Nem tudo é tão simples quanto parece para uma mente condicionada e teimosa como a minha. Meu corpo físico manteve os pés firmes e duros no chão, mesmo vendo o que o terceiro olho mostrava, e fingia que não estava nada acontecendo...

Continuei com minhas dúvidas, medos, inseguranças, anseios, teimosia principalmente, e o ego gigantesco de quem acha que sabe de tudo.

Eu comentei com os devotos umas semanas depois que tinha experienciado isso, e eles disseram para eu me iniciar devota. Eu dizia: Não..... calma, vamos devagar....

Kkkkk... Eu, tola mesmo.... Mas tudo bem.... a primeira batalha do Guru é contra o nosso orgulho. Porque somos orgulhosos mesmos. Já sofremos tanto na vida e aprendemos algumas artimanhas e ferramentas para levar o dia a dia com menos sofrimento, que não queremos largar essa ilusória sabedoria por nada. Esse é o medo imposto pela matriz de controle mesmo, nos faz ser isso aí, uns coitados cheios de recursos aprendidos para burlar o sofrimento, e cheios de certezas, de medo... é triste, infelizmente é triste... eu sou uma dessas, e sei que não é fácil...

Demorei para conseguir arrumar o meu escritório em casa. O cômodo estava cheio de rachaduras e bem mal-conservado. Precisei pintar. Pedi de presente de aniversário para o Kamadhenu Das, para ele pintar para mim. Não deu tempo de pintar todas as “mãos de tinta”, mas já estava muito bom em vista do que era antes.... e eu me instalei no escritório... Com todas as minhas crenças, certezas, orgulho, macumbas, charutos, velas, cachaça, ervas, sinos, estátuas... enfim, com tudo o que eu aprendi para me reequilibrar, proteger, etc...

Mas por algum motivo, quando eu ia fazer minha conexão diária, meu momento de meditação, eu não conseguia mais sentir energia alguma com essas ferramentas, ou das estátuas de orixás e guias de umbanda. Eu só sentia conexão com Durga e mais nada. Na época não tinha nenhum quadrinho de Guruji no meu altar.

Continuei a frequentar o templo em Sorocaba e por muitas vezes deixei escorrer lágrimas ao pronunciar os 108 nomes de Guruji durante as orações. O sentimento era como se algo tivesse que sair de dentro de mim. Algo estava preso.

Comecei a fazer terapia com uma terapeuta maravilhosa. Ela fez uns trabalhos de limpeza de vidas passadas que me ajudaram muito. Mas eu continuava na busca eterna da solução dos meus problemas em diversos lugares e de várias formas.

Foi então quando sonhei com Guruji pela primeira vez. Já tinha escutado os devotos do templo conversando sobre sonhos com Guruji e diziam que quando se sonha com Guruji não é só um sonho, é aquilo acontecendo de verdade.

Eu sonhei que estava com Guruji, meu marido e meu filho e outras pessoas em um templo ou ashram. Estávamos todos alegres, calmos e desfrutando da energia deliciosa. Até que eu cheguei a Guruji e pedi a ele: Guruji, você pode me iniciar como devota?

E assim ele fez, ali mesmo, colocou a mão sobre a minha cabeça e me iniciou.

Eu já havia recebido dois darshans do Guruji. No primeiro, ainda morando em Curitiba, eu segurei uma plaquinha com uma pergunta: “Você é o meu Guru?”.

Mas a pergunta quem fez foi o Kamadhenu Das, que na época não era devoto iniciado ainda, e estava do meu lado na câmera.

Mas Guruji respondeu: “Michele, se você sentir em seu coração, sim!”

Depois disso, poucos dias antes de sonhar com Guruji, eu recebi novo Darshan online e segurei uma plaquinha com a pergunta “Devo Iniciar o Curso de Devotos?”

E a resposta de Guruji novamente foi: “Michele, se você sentir em seu coração, sim!”

No dia seguinte comecei a me informar sobre o curso de devotos.

E dias depois tive o sonho onde Guruji me iniciou como devota no astral. Iniciação que vou materializar no plano físico em breve.
...

Michele Martini - outubro de 2022

O meu amor por Guruji - cap. 1

 

Jai Gurudev!

Era uma época em que eu canalizava bastante. Muitas mensagens dos Grandes Mestres Ascensionados. A vida me pregava peças. Estava sempre a lutar não só com as minhas sombras, mas com as que eu atraía em minha volta. Estava sempre a ser perseguida por todo tipo de má sorte.

Foi quando conheci o Érico. Ele enviou uma mensagem para o e-mail da Congregação de Paz e Transformação, perguntando se poderia fazer parte do grupo de voluntários. Questionou se havia algum problema em ser devoto de um Guru, Sri Swami Vishwananda.

No momento, com toda certeza e segurança, disse a ele que não havia nenhum problema, se não houvesse uma proibição do Guru ou dele mesmo, ele poderia sim fazer parte do nosso grupo.

Humildemente ele entrou no grupo de voluntários sem pretensões, pensando em fazer algum trabalho mais simples de postagens de mensagens nas redes sociais ou correções de texto. Mas foi surpreendido quando eu lhe disse que recebi orientações de que ele deveria canalizar respostas no canal Pergunte aos Mestres, pois ele era um canal dos Mestres Ascensionados.

Ele se surpreendeu, mas ainda assim seguiu com fé e atendeu várias pessoas trazendo como canal a resposta dos Mestres para as mais diversas questões.

Mas o que eu queria trazer aqui não é sobre a história do Érico, mas sim sobre a do Guruji em minha vida. Ele chegou de mansinho, mostrando sua energia para mim, e foi abraçando cada vez mais a minha vida e o meu coração, até eu me render a ele de corpo e alma.

É essa história que vou contar aqui, pois acredito que dividir isso com os leitores, me faz também acreditar mais e mais, e colocar em palavras o meu Amor pelo Guruji.

Veja esse manuscrito como uma forma de demonstração de amor: O meu Amor pelo Guruji.

Quando o Kamadhenu Das, meu marido, me falava que o Amor que ele sentia pelo Guruji era maior do que tudo, inclusive maior que o amor que ele sente pelo próprio filho, nosso filho, eu achei um absurdo. Nunca aceitei esse tipo de entrega para alguém. Já passei por terreiros, centros espíritas, budismo, etc... Mas nunca me entreguei a ninguém dessa forma.

E quem é mãe sabe que o amor que temos pelo nosso filho é o maior que pode existir, não poderia existir nada maior do que isso, eu já estava no ápice, sentindo o amor de mãe.

Com isso pensava que o meu marido só poderia estar louco, afinal ele não é mulher para sentir um verdadeiro amor de mãe incondicional.

Ah, como eu estava enganada, fui surpreendida com algo tão incrível que meu coração aquece e meu rosto abre um largo sorriso agora, enquanto estou escrevendo, apenas de lembrar o amor que sinto pelo Guruji.

Estou agora olhando uma foto Dele aqui no meu altar. Esse altar que antes era ocupado pelas mais diversas energias, Orixás, Guias de Umbanda, Mestres Ascensionados, etc... Agora tem apenas a foto do Guruji com Lakshmi, Durga, Ganesha e Krishna.

A conexão com Durga sempre foi muito forte. Ela esteve presente na minha vida para escrever o livro “Deixe Nascer a Sua Deusa: Um resgate do sagrado feminino”, que mexeu muito comigo e me ensinou demais a me libertar de muitos traumas e medos.

Mas posso afirmar que hoje, após me entregar em Amor a Guruji, a minha conexão com Durga é ainda maior, e é uma descoberta diária do quanto essa conexão pode se fortalecer ainda mais.

Estou fazendo um curso de devotos online e deixando tudo fluir no seu tempo. Cada aprendizado, cada aula, é saboreada, sentida, e vivida na prática. Faço com calma, às vezes passo alguns dias sem assistir nenhuma aula do curso, para poder praticar mais e me entregar, ajustando a minha rotina diária para incorporar as práticas que vou aprendendo e sentindo em meu coração que podem me ajudar.

Demorei muito a me render, a abdicar de absolutamente tudo o que eu fazia no tema espiritualidade e terapias, para me permitir vivenciar essa experiência de ser devota de Sri Swami Vishwananda.

Mas a cada dia tenho a certeza de que não há outro caminho. E renunciar a tudo faz parte da completa entrega ao Guru.

Voltando um pouco há anos, quando tomei conhecimento da existência de Guruji através do meu amigo Érico, eu comecei a sentir a conexão de Guruji assim como sentia a dos Mestres Ascensionados.

Um dia, ao fazer um atendimento no canal Pergunte aos Mestres, Guruji se mostrou presente e respondeu à pergunta da consulente. Eu não assinei o nome dele na resposta, por respeito aos devotos e àquilo que acreditam. Quem seria eu, uma pessoa qualquer, que nem sequer é devota de Guruji, canalizando mensagens dele, sendo que ele está encarnado num corpo físico.

Mas, o que importou no meu coração foi a certeza, naquele momento, que tive de que ele é onipresente, assim como Jesus e todos os Mestres Ascensionados. Tive a certeza que ele não é apenas um Guru, como outros que se dão esse nome, mas que ele é um Avatar, e depois fui aprender o termo correto: Um Sat Guru.

Essa foi uma experiência incrível, e pude conhecer de fato quem era Guruji. Comecei a sentir a presença dele constante, sempre que eu precisava me conectar, ele ali estava, mas para mim ele era mais um dentre todos os Mestres Ascensionados, e não me dedicava especificamente à conexão com Ele, mas sim com todos os Mestres igualmente.

Outra experiência foi um dia que eu estava sentada sozinha em uma sala pequena, uma cabine de reuniões, que tinha em uma antiga empresa que eu trabalhava, e fiz apenas um ancoramento em silêncio para começar o dia. Estava sentada em posição de lótus sobre a cadeira, e em frente a mim estava o computador aberto para eu começar a trabalhar na sequência.

Mas fui surpreendida quando, ao final do ancoramento, Guruji se mostrou presente na minha frente, através do meu terceiro olho, com o sorriso largo maravilhoso dele, e me permitiu sentir a energia dele.

Eu posso dizer que foi a energia mais incrível que já senti na minha vida, dentre todos os Mestres Ascensionados que já me conectei, ou Extraterrestres, ou Guias espirituais... Não havia comparação. A energia de Guruji era algo que me remeteu imediatamente a um colo de mãe, uma energia amorosa, de Mãe Divina, que acolhe e protege, que ama incondicionalmente. Eu me permiti embalar no colo Dele nessa energia incrível, e passei a não sentir mais a cadeira em baixo de mim. Eu senti como se estivesse flutuando de verdade! Não sei dizer se flutuei mesmo, mas eu juro que não sentia a cadeira embaixo de mim. Foi maravilhoso! Foi tudo o que eu precisava naquele momento que estava vivendo.

Essa experiência me deixou tão impressionada com Guruji, que fui obter mais informações com Érico sobre Ele.

Ele comentou que Guruji viria ao Brasil em alguns meses e estaria em Cavalcante, onde há um Ashram da Bhaktimarga. Eu pedi ao Érico para ir com ele nesse encontro presencial ao Guruji, e então comprei minha passagem e fiz as reservas de pousada em Cavalcante, com passagem por Brasília.

Guruji viria ao Brasil e estaria em Minas Gerais em um Darshan. Na mesma viagem estaria também em Cavalcante para estar no Ashram.

Eu estava pronta para ir, com tudo organizado, mas.... um desvio de rota aconteceu...

Terminei um relacionamento que levava há uns 3 anos, e conheci o meu atual marido (à distância). Ele já havia feito o curso de Atma Kriya Yoga da Bhaktimarga, e estava com tudo planejado para ir à Minas Gerais conhecer o Guruji e receber o Darshan.

Eu tinha uns dias de férias já marcados, para ir à Cavalcante ver Guruji, e acabei utilizando esses dias de férias para ir até a cidade natal do meu marido para conhecê-lo pessoalmente.

A energia que vibrava entre nós dois era tão forte, que eu precisava ir até lá para entender o que eu sentiria na presença dele real e não à distância.

Então o encontro aconteceu. Meu marido cancelou o Darshan de Minas Gerais, e eu o Ashram de Cavalcante, e fomos nos encontrar. Por algum motivo, Guruji nos desviou do caminho Dele naquele momento, e nos colocou juntos. Era junho de 2019.

Eu e Kamadhenu Das, quando nos conhecemos pessoalmente, sabíamos que tínhamos a missão de trazer um menino ao mundo, eu queria que ele se chamasse Govinda, pois sentia uma alegria imensa em pensar nesse nome para ele. Mas acabou por se chamar Theo Muni.

Meu marido foi embora da cidade natal dele em Junho de 2019 e engravidamos do Theo Muni em Agosto de 2019.

Guruji observava ao longe, com toda certeza, mas nós dois não entendíamos por que a vida trouxe uma experiência tão intensa e tão rápida para nós. Só seguíamos o coração.

No início de 2020, já grávida do Theo Muni, eu sofria muito com ataques espirituais, estava sempre preocupada e com medo. Acabamos entrando em um terreiro e isso me ajudou energeticamente naquela fase. Fiz o curso de Atma Kriya Yoga com o Theo Muni na barriga e o Kamadhenu Das foi iniciado como Organizador de Om Chanting da Bhakti Marga.

Morávamos em Curitiba, e lá o Theo Muni nasceu 1 mês antes do previsto e no início da pandemia.

Posso dizer que desde o dia 30 de abril de 2020, dia que o Theo Muni nasceu, e até poucos dias atrás, a vida nos trouxe muitos desafios, que obviamente não foram sentidos apenas por nós, pois o mundo passou por uma pandemia. Agora é que tudo está se ajustando gradativamente na vida de muita gente, e na nossa também.

Parei todo o trabalho de atendimentos terapêuticos durante a gravidez, e retomei apenas no final de 2021.

Mas a retomada dos atendimentos veio junto com muitos problemas pessoais, dentro de casa e no trabalho. Acabei sendo desligada do meu emprego em Curitiba de forma abrupta. A vontade de sair de Curitiba há alguns meses era grande. Eu era muito intuída para sair dali e morar em um lugar mais próximo da natureza. Mas não sabia como fazer isso, então permaneci ali mesmo aguardando algum movimento da vida.

Enfim, o desligamento do emprego foi um empurrão à mudança. Entreguei a vida à Deus.

Disse a Ele que continuaria os atendimentos terapêuticos e em paralelo enviaria currículos para qualquer lugar do Brasil e do mundo. E Ele deveria me guiar, pois eu estava aberta para onde Ele quisesse me levar, mas pedi que ele me mostrasse sinais claros de qual direção seguir.

Passei 3 meses nessa espera e recebi uma proposta para ir trabalhar no interior de São Paulo, no Vale da Paraíba, próximo ao litoral e ao Rio de Janeiro. A vida não me deu chances de ter dúvidas, pois poucas horas antes de receber a proposta de emprego, fui surpreendida ao descer do elevador em um shopping e ver uma etiqueta pequena colada no chão, e quando me aproximei para ler lá estava escrito: “LORENA” - esse era o nome da cidade onde recebi a proposta de trabalho.

Poucas horas depois recebi o convite para a entrevista e já sabia que seria contratada.

Uma semana antes de receber a aprovação do processo seletivo, Kamadhenu Das viajou a Taubaté para receber a iniciação de devoto de Sri Swami Vishwananda, através de um Swami do Brasil. Taubaté ficava quase ao lado da cidade de Lorena, onde iríamos morar, então entreguei a Deus novamente e pedi que conseguíssemos uma casa.

Todas as imobiliárias estavam fechadas no sábado a tarde, Lorena é uma cidade pequena, mas apenas uma aceitou que ele fizesse uma visita no domingo. Não preciso nem dizer que foi nessa casa que fomos morar... Deu tudo certo.

Fiz os exames admissionais na semana seguinte e, antes mesmo de receber a aprovação, já estávamos com toda a mudança em Lorena, na nova casa. Confiantes que, um caminho aberto por Deus é o caminho certo.
...

Michele Martini - outubro de 2022.

segunda-feira, 8 de agosto de 2022

PERGUNTE AOS MESTRES: Sinto-me culpado por não conseguir ajudar meus irmãos a cuidarem dos meus pais

             


PERGUNTA:

Amados Mestres, novamente venho aqui perguntar sobre o cuidado de pais idosos. Minha mãe está morando com meu irmão, que está aposentado e tem tempo de cuidar, no entanto, isso modificou a rotina e vida dele.
Isso já acontece há alguns anos, e nesse período tentamos trazer a minha mãe para morar comigo algumas vezes, no entanto, após sofrer uma fratura no fêmur, os cuidados de saúde necessários para com ela inviabilizaram a permanência na minha casa.
Como eu trabalho, não tenho o tempo suficiente para cuidar da minha mãe, ou mesmo de dividir seus cuidados, pois meu irmão mora a 1.500km de distância. Sinto culpa por não poder dividir os cuidados e sobrecarregar a vida do meu irmão. Podem me orientar sobre essa situação Mestres? Muito obrigado.

RESPOSTA:

Filho, o acalento que necessitas em teu coração, é no sentido de liberar-se da culpa. Mas não somos nós que iremos liberá-lo desse sentimento, filho. Tu necessitas olhar para os fatos.
Entregar a vida a Deus é aceitar o que Ele coloca em nosso caminhar. 
E observar os movimentos da vida, apenas aceitando, agradecendo, e fluindo conforme o que Ele coloca como caminho, é o que o ajudará a te libertares de tal sentimento ilusório da culpa.
Permita que a vida seja apenas um ato de observar, agradecer e aceitar os movimentos naturais.
Tua vida é abençoada, e qualquer esforço que empregues no sentido contrário do que está a fluir, demandará energia demasiada e desnecessária para a tua vida. Todo esforço no sentido contrário da vida, filho, consome tuas energias do amor e da aceitação, e o coloca num caminho de maior sofrimento. O segredo é não buscar entender nem encontrar justificativas, mas sim apenas se entregar ao fluir dos fatos e da vida, em paz e aceitação no coração.

Mestre Jesus

Gratidão aos leitores que contribuem com esse trabalho, que atinge milhares de pessoas levando a irradiação dos raios cósmicos da Grande Fraternidade Branca!

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sábado, 6 de agosto de 2022

Como limpar e nos proteger de energias densas

Você chegou em casa "carregado" do trabalho? Tem sido frequente essa experiência? Como fazer para se reequilibrar e estar protegido para não repetir essa lição?





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quinta-feira, 4 de agosto de 2022

PERGUNTE AOS MESTRES: Sinto que devo fazer algo diferente mas não sei para onde ir

            


PERGUNTA:

Gratidão, queridos Mestres, por toda luz e amor pela humanidade.
Gostaria de obter uma direção sobre o meu futuro profissional. Sinto que devo fazer algo diferente mas não sei para onde ir. Gostaria também de acalmar meu coração aflito por uma companhia.
Grato desde já. Paz e bem!

RESPOSTA:

Amado, é momento de interiorizar-se e conectar-se ao coração. A força obtida do centramento, trará a tranquilidade e a paz para permaneceres em qualquer ambiente em paz, irradiando a sua luz. O estado de vibração determina a direção que a vida toma. Portanto, sem centrar-se e alcançar a paz interior sem anseios, a vida poderá tomar rumos de sofrimento e dor. Lembre-se que o que vibras atrai para a sua vida. Permaneça na vibração do amor buscando o vazio interno de conexão com o Divino. Essa prática o fará retornar ao equilíbrio e atrair para a sua vida todo o amor e a prosperidade em todos os âmbitos. Centre-se em seu interior.

Arcanjo Metatron

Gratidão aos leitores que contribuem com esse trabalho, que atinge milhares de pessoas levando a irradiação dos raios cósmicos da Grande Fraternidade Branca!

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terça-feira, 2 de agosto de 2022

PERGUNTE AOS MESTRES: Como melhorar a minha relação com a minha mãe?

           


PERGUNTA:

Tenho uma relação de altos e baixos com a minha mãe. Nos últimos anos ela passou por momentos difíceis, e nossa família é muito afetada por ela (tanto negativamente quanto positivamente). Já quis ajudá-la a mudar algumas coisas, mas sei que não tenho minimamente autoridade para isso, e no momento só queria uma relação mais harmoniosa. Imagino que  em vidas passadas fiz mal a ela, mas, no momento presente, é tudo muito embaçado, e não consigo me desvincular da sua influência em mim. É, afinal, uma pessoa que amo muito. O que posso fazer para melhorar isso?

RESPOSTA:

Filho, apenas o tempo cura as feridas das relações familiares. Não há uma fórmula milagrosa que possa atuar em sua vida afim de melhorar essa relação. Mas sim o tempo e os aprendizados da caminhada. Acalme seu coração, pois, gradativamente, a sua percepção mudará, e o caminho dessa relação ficará mais e mais suave. Lembre-se que o que afeta a ti não é como ela é, mas como isso influencia sua vida. Portanto, só depende de ti. Quanto a ela, nada mudará, tu não podes depender disto para tua caminhada de luz. A relação em harmonia se completa a partir da aceitação. De observar os dons. E elevá-los a tal nível, que os defeitos perdem a força. Fortaleça os dons, filho. Procure alimentar em ti pensamentos positivos dessa relação, veja os benefícios, agradeça internamente, alimente o estado de gratidão. Lembre-se que todos são perfeitos, o que os torna distantes dessa perfeição são apenas feridas que foram carregando das experiências do passado, mas que com o tempo vão se fechando e sumindo, e prevalece o ser de luz. Só o tempo é capaz de curar tais feridas. Não se culpe, não se julgue, você não é responsável pela infelicidade de outros, nem tampouco os fez mal no passado e por isso passa por dificuldades nas relações. Não é assim, meu filho. Você apenas tem também o seu aprendizado nessa convivência, em curar também feridas que existem em ti, e de certa forma liberar as dores a partir da aceitação da imperfeição, visto que todos são seres de luz.

Lady Safira

Gratidão aos leitores que contribuem com esse trabalho, que atinge milhares de pessoas levando a irradiação dos raios cósmicos da Grande Fraternidade Branca!

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segunda-feira, 1 de agosto de 2022

PERGUNTE AOS MESTRES: Qual é o melhor lugar para fazer os atendimentos terapêuticos?

          


PERGUNTA:

Olá, Mestres amados. Hoje venho pedir auxílio acerca de uma questão. Passei a semana tentando me conectar com meu coração e pedir guiança sobre o novo espaço que começarei a atender, mas não sei se o que sinto é fruto de elaboração mental ou a voz do meu coração. Mas o fato é que foram muitos motivos que me levaram a sair de onde eu estava e ir para esse novo espaço, mas talvez tenha sido uma decisão precipitada. Desde que combinei de atender na sala e fechamos isso, eu tenho tido insônia, quando durmo sonho com isso e isso tem habitado meus pensamentos há uma semana. Será que esse espaço é bom para mim? Ou fui precipitada e seria melhor buscar outra opção? Gratidão, amados.

RESPOSTA:

Amado filho, os questionamentos tem origem na insegurança e falta da confiança em si mesmo para seguir a caminhada acompanhado apenas daqueles que não vê. Não é o espaço físico que fará o trabalho acontecer, mas a conexão do seu coração e abertura amorosa ao trabalho acompanhado de seus guias. Tu podes estar em meio a um turbilhão, em local público com muitas pessoas, em locais onde a energia vibra no amor ou na sombra, independe, filho. Quando estás ancorado e conectado, forma um campo energético em torno de ti onde não há espaço e tempo. O campo torna a ti e aquele que estás ajudando, invisíveis a tudo o que está ao redor. Lembra-te que fora do campo de trabalho, o mundo oscila entre energias elevadas e densas o tempo todo. Por isso não te apegues ao lugar, e sim em abster-se de questões físicas para conectar-se apenas ao teu trabalho amoroso e verdadeiro.

Mãe Divina

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sexta-feira, 8 de julho de 2022

PERGUNTE AOS MESTRES - Existe alguma prática que preciso incorporar na rotina de conexão?

         


PERGUNTA:

Olá, Mestres amados. Esse tem sido um ano intenso, de muitas curas esperadas. Eu só tenho a agradecer. Finalmente consegui ter um pouco mais de clareza, olhar para algumas crenças limitantes e transmutar muita coisa em relação à religião/espiritualidade. Foi um movimento de empoderamento, de conexão com o meu coração e de muita fé em tudo o que eu sentia para tomar a minha decisão. Mas sinto-me muito mais leve, mais feliz, repleta de esperança.... Gratidão, gratidão, gratidão.
Existe alguma prática ou algo que preciso incorporar na minha rotina de conexão? 
Gratidão, amados. Como todo o meu amor..

RESPOSTA:

Filha, precisa apenas libertar-se da insegurança e da falta de confiança em si mesma. Tu recebeste todas as provas de que és suficiente em tua luz, e que o amor que emana através de tuas ações é o teu maior escudo. Procure sempre estar bem para realizar seu trabalho, pois esse amor que emanas, quando estás em equilíbrio, promove toda a proteção que precisas para seguir com teu propósito divino. Não temas, pratique apenas as rotinas de reconexão para cuidar de si mesma, no sentido de elevares tua vibração, mantendo-se sempre na vibração do amor.

Mãe Divina

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